Os triângulos illuminati se multiplicaram e agora se acomodam ao redor do globo.

1 de dezembro de 2012

Nem coisa de mulher, nem coisa de homem

Usar a expressão “mundo da moda” é uma coisa muito certeira. Afinal, se analisarmos bem, apesar da alta custura, os aclamados desfiles e as criações do mais renomados estilitas influenciarem em maior ou menor grau o que qualquer pessoa de qualquer poder aquisitivo consome, muito do que acontece ali não consegue ultrapassar e cair no que é chamado normal pela sociedade.
E um dos tabus que o mundo fashion vem quebrando é a separação da identidade de gênero. Ou seja, não necessariamente o que é definido como coisa de homem ou coisa de mulher precisa ser seguido a risca e, nem mesmo todo homem e toda mulher tem que se vestir, ter o cabelo e outras características – tidas como comuns somente ao seu sexo – iguais.
Certamente você já viu ou ouviu falar no modelo sérvio Andrej Pejic. Ele passou pelo Brasil nas últimas temporadas e é um dos maiores símbolos atuais do “desrespeito” às pré-definições. Cabelos longos e loiros, rosto delicado e feminino, corpo magro e esguio, Pejic foi abraçado pela moda, desfilou para coleções masculinas e femininas e ganhou o mundo. E moda vem gostando cada vez mais de quebrar as regras, que ver?
Agora, a francesa Casey Legler chegou para representar as mulheres. A ex-atleta olímpica foi contratada pela Ford, mas não para integrar seu casting feminino, ela faz parte do cardápio masculino da agência. Legler mede mais de 1 metro e 85, já passou dos trinta anos há algum tempo e carrega a dualidade da androginia impressa em si.

Tudo começou quando Casey foi tapa-buraco num ensaio do fotógrafo Cass Bird para a revista Muse e chamou atenção de um booker. No ano que vem, ela estará nos desfiles das semanas de moda de moda de Nova York e Paris. “Eu desejo uma carreira longa e lenta para mim”, disse a modelo. Eu acho que tem futuro, e você?
Vestiário

Nenhum comentário:

Postar um comentário