Os triângulos illuminati se multiplicaram e agora se acomodam ao redor do globo.

17 de julho de 2011

O "FINAL" ÉPICO

Chegar ao cinema do shopping, ver aquela fila enorme, cada passo dado sentir a ansiedade das pessoas, entrar na sala e saber que em instantes irei assistir ao último filme de uma saga que me acompanhou dos 6 aos 16 anos. Foi isso que aconteceu comigo na última sexta-feira,15, na estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2.
Conversas com meu amigo que me acompanhava e depois trailers me distrairam antes que eu necessitasse realmente de um calmante.
Eis que o filme começa. Um silêncio assustador toma conta da sala de cinema após esporádicos gritos de alegria.
"CRÍTICA" (sem spoilers)
O filme começa exatamente onde terminou a Parte 1. A calmaria que antecedia momentos de tensão em outros filmes não se repete dessa vez. As tensões já conhecidas pelos que leram o livro, começam desde o início. David Yates (o diretor desde "A Ordem da Fênix"), magistralmente, nos proporcionou momentos de tensão. Ao contrário de outros diretores, ele preferiu não colocar uma trilha muito pesada, mantendo aquele clima de emoção que todos os fãs que entrarem na sala para assistir ao filme estarão sentindo.
Aplausos aos momentos tão esperados pelos fãs eram de apertar o coração. Choro, "snif snif" era o pano de fundo, era ouvido a cada frase bonita e morte "inesperada".
Alan Rickman, o ator que interpreta desde o início da saga o professor mais temido de Hogwarts, Severo Snape, já não nos comovia tanto nos últimos filmes, mas nesse final nos surpreendeu com uma atuação esplêndida.
Maggie Smith, que também faz parte da saga desde o início interpretando Minerva McGonagall e que ao contrário de Snape era, talvez, a professora mais amada de Hogwarts, reinou na batalha na escola de magia "substituindo" muito, muito bem mesmo, Alvo Dumbledore.
O fim é bonito, engraçado e emocionante... Como todo o filme, como toda a saga.
HARRY POTTER deixará muita, muita, muita saudade nos fãs que com o passar dos anos cresceram e hoje são grandes bruxos da coragem, da amizade e do amor.
Eu chorei sim, chorei muito. Antes, assistindo aos outros filmes da série. Durante, não preciso dizer o porquê e depois.
O sentimento ao sair da sala de cinema era de total vazio. Como se tivessem arrancado um pedaço da minha infância e do meu tão entregue coração.
Mas fica a frase do amado personagem, que no começo era interpretado por Richard Harris e depois por Michael Gambon, Alvo Dumbledore: "Hogwarts SEMPRE ajudará aqueles que a ela recorrerem."
Obrigado, Joanne Kathleen Rowling!
"Embora muito tempo tenha se passado, ainda me lembro do nosso tempo maravilhoso juntos."
Fotos: Oclumência

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