O CC•B traz um esquenta para o seu feriado! Pela 1ª vez,um post no meio da semana. A segunda parte desse conto que todo deu o que falar. A safadeza vem agora,lembra?
A noite é uma criança,bebê! Tudo começou com um tweet...
MEU PROSTITUO VIRTUAL - Parte 2
Inspirado em fatos reais.
Um exclamou e o outro entendeu o recado. Aproximaram-se. As
mãos de Bruno percorriam a barriga de Gustavo que correspondia com mordidas em
sua boca. Percorriam todo o quarto com destino ao banheiro. Gustavo é jogado no
box, o chuveiro é ligado e seu pênis é levado à garganta.
Tudo no maior silêncio possível. Bem que com aquela chupada
os gemidos eram inevitáveis, e alto era bem melhor. Bruno percorre a barriga,
chupa o pescoço e rebaixa Gustavo às suas extremidades fazendo-o engolir seu
pênis. A camisinha dele era sabor de framboesa.
Eles passam sabonete um no outro, brincam com seus
instrumentos e se calam ao ouvir um barulho próximo. Gustavo resolve ir lá fora
ver o que era. De toalha, se depara com uma coisa que não gostou... Ele odeia
gatos. “Não era nada, Bruno.”
Já que um deles teve de sair do banho, que tal continuar a
brincadeira na cama?
“Quer bala?” “Bala, agora?” “De hortelã...” Bruno fica de
lado e Gustavo lambe seu ânus simulando uma penetração. Vão à loucura! (Como
você que está lendo esse conto...).
Pegando mais uma camisinha na gaveta, Gustavo deita ao lado
dele e brutalmente o tem em suas mãos, sem pensar em nada e ninguém. Sem se
preocupar com o preconceito que sofreu ao ser xingado quando pequeno na escola,
quando admitiu ser gay à seus familiares. Sem se preocupar com os xingamentos
na rua, com o olhar torto de quem um dia ele confiou. Naquele momento ele se
preocupava em dar prazer a quem queria ter prazer.
A noite chegava e os dois ainda se amavam. Neste momento
Gustavo estava de pernas abertas em cima de Bruno sendo deliciosamente
possuído. Ele lambia os mamilos de Bruno que urrava seu nome. Rolando na cama,
se jogaram ao chão e num “meia nove” encerraram a transa para gozarem um no
outro ao som de “Sex on Fire”.