Os triângulos illuminati se multiplicaram e agora se acomodam ao redor do globo.

25 de fevereiro de 2012

E se colocar pimenta?: SEM PUDOR, SEM VERGONHA

A coluna favorita de vocês está de volta! Não vou enrolar muito, deliciem-se:
SEM PUDOR, SEM VERGONHA
“Nada como um dia chuvoso!”, Renata amanhece contente por estar de folga e poder dormir o dia inteiro. Seus dias de casada terminaram há poucos dias e ela estava preparada para se jogar no mundo; mas antes precisava expulsar todo aquele estresse do casamento com muita cama. “Muita cama? Isso me deu uma ideia...”, o que ela vai aprontar?
Depois de uma bela noite, madrugada e manhã de sono, Renata vai à padaria para tomar seu café da manhã. Chegando lá, se depara com um “deus grego”, o homem dos seus desejos, o certo para esquecer aquele casamento terrível. “Olá!”, ela já chega cumprimentando, “Vem sempre aqui?”, sentiu a categoria da garota? Seus truques são antigos, mas eficazes. A conversa vingou e os ânimos já eram de folia, se vocês me entendem... “Vamos ou não?”, ela estava querendo arrastar Guilherme pra sua casa. “Vamos sim”, ela conseguiu. Ele também era galinha. Quando ela comentou que era recém separada, então. É daqueles que adora uma confusão.
Já em sua casa, adquirida na separação de bens, Renata o arrasta pra cama. “Cansei de esperar. Chega de demora pra jogar meu pudor pro ar!”, era ali e agora. Guilherme, sem pestanejar, tira a camisa. “Pelo visto você gosta de uma aventura. Vamos pra esquina?” “(Risos) Gostei da ideia. Vamos!”, isso vai dar certo?
A rua onde ela mora não é movimentada, mas também não um deserto. Isso que é querer perder o pudor de vez. Beco sujo, nada que os incomodassem. Ela tirou toda a roupa, ficou nua e se atracou a ele. “Calma, você tem que descer primeiro”, achou que ele iria ficar sem um boquete? Como se ela não gostasse. Agachada e estimulando o clitóris, parecia que tinha um sorvete bem suculento em suas mãos. Os 21 centímetros de puro prazer sentiram-se pequeno ao descer a garganta. Cabecinha rosada que tremeu ao ser lambida. Guilherme revirou o olho.
 Pareceu criança ao ser pega no colo por aquele homenzarrão que acariciou suas coxas e foi fundo com o pênis. “Grita mais alto”, MAIS? Golpes violentos possuíam-na e seus gemidos davam gás para mais. Deitaram-se no chão, “Você fica de quatro”, segura a onda agora Renatcheeenha!
Pessoas passavam, crianças passavam, mas e daí? Ela estava perdendo seu pudor dignamente, com o negro mais gostoso do planeta.
O chão parecia tremer,ele cavalgava,empinava o pênis e ela gritava excitantemente. Tapas não doíam mais, mordidas só acrescentavam e a CAMISINHA ficou recheada. 

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