Os triângulos illuminati se multiplicaram e agora se acomodam ao redor do globo.

31 de março de 2012

E se colocar pimenta?: O SEGURANÇA

"ESCP?" deu o ar da graça uma semana antes do agendado pois a produção da coluna "I Am Music" sofreu um pequeno atraso, mas semana que vem ela estará no ar. Divirtam-se!
O SEGURANÇA
Manhã ensolarada, eu trabalhando, tendo que ir a uma cidadezinha cerca de 70 km de onde moro. Nestes dias de verão costumo trabalhar de bermuda, camiseta, e era assim que eu dirigia.
Num trevo, entroncamento da vicinal que seguiria até a cidadezinha, dois homens pedindo carona, como meu carro é camionete, só havia lugar pra um, e num reflexo rápido escolhi um negro, alto, fortíssimo, vestia uma calça preta e uma camiseta branca tipo machão, que destacava todo seu físico bem definido. Já ao entrar no carro se apresentou como segurança de banco, Teixeira, era seu nome. Depois da apresentação e agradecimento antecipado por estar dando carona, nosso papo fluiu para cães, esporte... Descobri que ele tinha 40 anos, casado, com filhos, até que contornei para que o papo entrasse no tema sexo, juntando isso troquei até o nome de um antigo amigo dizendo que eu tinha um amigão no tempo de quartel que se chamava Teixeira também, e ele o lembrava muito. Era aquele tipo de amigo para todas as horas. Ele me confidenciou que havia servido na marinha e que também tinha um amigo que era assim como o meu, para todas as horas. Elogiei discretamente o físico dele, que não aparentava ter 40 anos, era um verdadeiro "príncipe de ébano”, ele agradeceu, disse que malha bastante, pois tinha também bicos como segurança em casas noturnas. 
Resolvi então tentar o tudo ou nada, como eram ainda umas 9 horas, ele me falou que pegava no serviço às 11 horas, novamente induzi o assunto ao sexo, dizendo que na cidade onde ele trabalhava, para onde iríamos, ele devia pegar muita mulher, ele riu, e falou que realmente "também" pegava muita mulher. O "também" se destacou aos meus ouvidos e eu fui curto e grosso perguntando se ele pegava homem também, ele confirmou, dizendo que por prazer, tudo é válido. Notei que seu volume não era disfarçado no meio de suas pernas. Complementei que isso era muito bom e bem mais prático do que ficar inventando maneiras de se chegar em alguém, perdendo tempos preciosos, ele concordou comigo pegando em minha mão e colocando sobre o volume dele. Acariciei, soltei seu fecho, aaiu sua manjuba preta, grossa latejante, quente. Seguimos comigo acariciando aquela ferramenta. Eu queria mais, ele também. Concordamos que ali não havia espaço, ele sugeriu um espaço próximo a um riacho, onde estavam construindo um espaço para festas, tinha uns quiosques, e segundo ele, estaria vazio, pois a obra é só executada em fins de semana.
Seguimos até o local, um pouco afastado da estrada principal, logo na estrada de terra, dei uma parada e levei a boca até aquele pau já excitado. Ele pediu que tivesse calma e seguisse mais alguns metros. Havia uma porteira, ele se arrumando, saiu do carro, abriu a porteira, seguimos até um quiosque maior, nos certificamos que não havia mais ninguém. Eu sempre tenho escondido no carro KY e camisinha; peguei, abri a tampa traseira de minha camionete, me sentei. Ele já chegou próximo com a pica totalmente pra fora, mandando eu mamar. Cai novamente de boca, até que ele mandou que eu ficasse de quatro sobre a tampa da camionete, ele mesmo com o KY me lubrificou o cu, já louco por aquela pica, elogiou minha depilação. Enfiou um, dois, até três dedos, me pré-alargando e deixando bem lubrificado. Com maestria encapou o ferro e veio já se acomodando como se conhecesse bem o caminho. Me segurando pelas ancas e enterrando tudo. Me chamou de guloso e iniciou movimentos suaves de vai e vem, até me fazer gozar, e quando ia gozar, retirou, tirou a camisinha me mandando abocanhar novamente o pau enchendo-me a boca de muito leite.
Depois disso nos limpamos, nos recompomos e seguimos viagem, nos prometendo termos mais vezes aquela loucura que me fez gemer sem sentir dor.
Karlos Magalhães

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